Giuliano Pariz não crê em favoritismo do Rio Branco
O técnico do Rio Branco, Giuliano Pariz, sabe que o futebol é traiçoeiro. E que muitas vezes o “jogo jogado”, ou seja, o da prática, contraria o “jogo falado”, o da teoria. Por isso, dá de ombros para o favoritismo que a melhor preparação capa-preta inevitavelmente faz surgir nos discursos e previsões dos especialistas.
Para ele, vencer a D.Capixaba na quinta-feira, às 20h15, no Estádio Salvador Costa, na abertura do Capixabão 2010, dependerá muito mais do brio com que seus comandados alvinegros entrarão em campo. Isso porque Giuliano espera um rival afim de jogo e duro de ser batido, mesmo treinando só há 15 dias.
“Claro que pelo tempo maior (cerca de 45 dias), podemos estar melhor preparados. Mas serão 11 contra 11. E no futebol o que existe e faz a diferença é a determinação. Imagine se perdermos com essa diferença de tempo de trabalho? Eles estão doidos para isso acontecer. E nós queremos vencer para começar com moral”, diz Giuliano.
A chamada tarimba que alguns jogadores grenás têm também deixam o treinador alerta. Principalmente quando se trata do centroavante Zé Afonso, a quem conhece bem e viu de perto há poucas semanas o que ele ainda é capaz de fazer na área.
“No fim do ano joguei junto com o Zé Afonso num campeonato amador em Venda Nova do Imigrante. Se der mole, ele marca. É muito perigoso, tem história no futebol, está fininho e se movimentando bem”, completa.
O treinador destaca ainda a presença do lateral-direito Victor, ex-Rio Branco, na D.Capixaba “Conhece bem o nosso time e deve ajudar eles a se armarem”, conclui o treinador.


